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cotton_memories's Journal
Created on 2006-12-24 05:15:24 (#11888054), last updated 2007-02-02
12 comments received, 8 comments posted
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| Name: | cotton_memories |
|---|---|
| Birthdate: | 03-21 |
| Location: | Rio de Janeiro, Brazil |
| Website: | Glauber |
De vez em quando, você se depara com um espelho tortuoso e começa a se descrever - tentar de forma linear, esperando feixes paralelos e uma simetria perfeita em uma auto descrição é deveras utópico. Primeiro, porque a auto análise aos dezoito anos é uma piada, segundo porque é muita audácia tentar digerir uma vida em alguns aglomerados de verbetes sem sentido. No entanto, falar um pouco de mim não deve fazer nenhum mal - dentro dos limites do meu auto conhecimento, quase nulo, vou tentar alguns ensaios da minha personalidade.
Eu não sou "pseudo-intelectual" - seria até irônico sê-lo, já que, como todo preconceituoso, ou seja, burro, eu detesto certos "tipos", e dentre os quais se inclue o dos "pseudo-intelectuais" - Coisa mais nojenta essa tal "pseudo-intelectualidade", hein, isso me lembra aquele tão famoso "a nível de" da Marília Freitas Lamas que ela extraiu de algum filme nacional que agora, num momento infeliz da minha memória, não me vem o nome. Oras, ou É, ou não É intelectual e ponto. Essas pessoas em cima do muro me dão nervoso, não descem nem na hora de decidir se são, ou não, da suposta elite cultural. Suposta...suposta.
Eu sou impulsivo. Sério, um dos meus grandes erros é fazer aquilo que me dá vontade no momento, muitas vezes magoando pessoas que eu, realmente, não queria magoar - maldita personalidade forte!-. Contudo, não sou má pessoa. Na verdade, eu até sou: dependendo de certas óticas e ângulos, você acaba vendo que o certo e o errado, o bem e o mal, não são nada mais do que "pontos de vista".
Eu queria escrever um livro. Pode parecer debochado, vindo de uma pessoa de raciocínio pouco linear e tão difuso que mal sabe colocar as palavras, quase sempre sem sentido, num papel - ou seja lá que diabos for isso onde as letras aparecem na minha frente dentro da tela -. E eu adoro usar o travessão também! Verdade! Eu acho mais legal que a vírgula. Na verdade, eu nem usava muito, mas conversando com o Guilherme Krás Borges - um exímio escritor - eu vi que o travessão dá altivez ao texto. É mais ou menos assim: eu não sei escrever, logo fico "punhetando" os textos.
Quer saber algo que eu não suporto? Não, não quer! Mas eu quero falar! Eu não suporto "síndrome de Wanna be pop". Olha, eu acabei de criar esse termo entre as aspas e peço que não o copiem - falta de originalidade mata, crianças -. Sério mesmo, eu odeio aquelas pessoas que fazem de turno para se tornarem populares. Aquelas dos falsos sorrisos, da simpatia forçada e do abraço frouxo, aquelas dos comentários fúteis e inúteis, da suposta amizade, da carnificina da personalidade, aquelas dos fotologs...
No mais, eu gosto de pessoas, eu gosto de ler, de praticar alguns esportes, de produção(seja ela de qualquer tipo), de toda forma de arte, com ou sem talento, de qualquer forma de expressão, com ou sem verdade.
Eu não sou "pseudo-intelectual" - seria até irônico sê-lo, já que, como todo preconceituoso, ou seja, burro, eu detesto certos "tipos", e dentre os quais se inclue o dos "pseudo-intelectuais" - Coisa mais nojenta essa tal "pseudo-intelectualidade", hein, isso me lembra aquele tão famoso "a nível de" da Marília Freitas Lamas que ela extraiu de algum filme nacional que agora, num momento infeliz da minha memória, não me vem o nome. Oras, ou É, ou não É intelectual e ponto. Essas pessoas em cima do muro me dão nervoso, não descem nem na hora de decidir se são, ou não, da suposta elite cultural. Suposta...suposta.
Eu sou impulsivo. Sério, um dos meus grandes erros é fazer aquilo que me dá vontade no momento, muitas vezes magoando pessoas que eu, realmente, não queria magoar - maldita personalidade forte!-. Contudo, não sou má pessoa. Na verdade, eu até sou: dependendo de certas óticas e ângulos, você acaba vendo que o certo e o errado, o bem e o mal, não são nada mais do que "pontos de vista".
Eu queria escrever um livro. Pode parecer debochado, vindo de uma pessoa de raciocínio pouco linear e tão difuso que mal sabe colocar as palavras, quase sempre sem sentido, num papel - ou seja lá que diabos for isso onde as letras aparecem na minha frente dentro da tela -. E eu adoro usar o travessão também! Verdade! Eu acho mais legal que a vírgula. Na verdade, eu nem usava muito, mas conversando com o Guilherme Krás Borges - um exímio escritor - eu vi que o travessão dá altivez ao texto. É mais ou menos assim: eu não sei escrever, logo fico "punhetando" os textos.
Quer saber algo que eu não suporto? Não, não quer! Mas eu quero falar! Eu não suporto "síndrome de Wanna be pop". Olha, eu acabei de criar esse termo entre as aspas e peço que não o copiem - falta de originalidade mata, crianças -. Sério mesmo, eu odeio aquelas pessoas que fazem de turno para se tornarem populares. Aquelas dos falsos sorrisos, da simpatia forçada e do abraço frouxo, aquelas dos comentários fúteis e inúteis, da suposta amizade, da carnificina da personalidade, aquelas dos fotologs...
No mais, eu gosto de pessoas, eu gosto de ler, de praticar alguns esportes, de produção(seja ela de qualquer tipo), de toda forma de arte, com ou sem talento, de qualquer forma de expressão, com ou sem verdade.
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